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Intoxicação Invisível


No cotidiano não nos damos conta que estamos lidando ou absorvendo substâncias perigosas e que estamos vivendo no meio de milhares de microorganismos como o ácaro, fungos, vírus e bactérias.

Estudos científicos têm detectado quantidades excessivas de moléculas de alumínio no cérebro de pessoas com o mal de Alzheimer. O uso de panelas, embalagens, confeites para doces e alguns medicamentos são fontes invisíveis deste metal pesado, principalmente se este está em meio ácido, como no caso de cozimento com vinagre, onde há uma liberação maior de alumínio. As panelas de aço inoxidável, as de barro não esmaltadas ou de vidro não apresentam este problema.

Outro metal tóxico é o chumbo, liberado pelos encanamentos de água, hoje em dia mais raros e pela descarga de veículos. Animais abatidos na caça, com armas de chumbo também deve-se ter cuidado.

As tintas de parede em geral também contêm chumbo e outras substâncias prejudiciais e muitas crianças inocentemente brincam ou ingerem pedaços de cascas destas pinturas.

O mercúrio já foi proibido pelo Ministério da Saúde e talvez mais tarde, infelizmente, surgirão outros alertas e proibições.

Detergentes e demais produtos químicos utilizados no lar ou em qualquer ambiente deverão estar bem fechados, pois o vapor pode ser absorvido pela pele ou pela respiração, entrando na corrente sanguínea, apesar de no momento não sentirmos seus odores.

Regiões poluídas por indústrias, a proximidade de rodovias, lixos domésticos e hospitalares,e os agrotóxicos são fontes de intoxicações invisíveis que se acumulam gradativamente em nosso organismo, podendo provocar alergias, dores de cabeça, problemas respiratórios, náuseas e até distúrbios de comportamento.

Devemos verificar a composição dos produtos quando compramos, substituí-los quando possível, manter ambientes limpos e arejados, lavar bem os alimentos para diminuir ou eliminar os efeitos destas fontes poluidoras.


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Auxílio computacional: Daniela Rossi